O guardador de passados

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O ano de 2013 me presenteou com uma das amizades mais interessantes e profícuas que pude auferir nesta terra do frevo ,dos mangues e do Rio. Através de Gilberto Inácio, sebista, músico e cantor, tive a oportunidade de conhecer Liedo Maranhão, esse senhor de quase noventa anos que foi ao longo dos anos um catador de reliquias, de verdadeiros tesouros da fotografia, da literatura, do cordel, de revistas, de  livros raros, cartazes e outros itens que me seria impossível descrever.

Toda vez que adentro a Casa da Memória Popular localizada em sua própria residência sacudo o brilho dos olhos e mergulho num universo de sonhos e letras.

Conversar com Liedo é como papear com um menino levado que ele faz questão de trazer consigo nos causos curiosos e engraçados que viveu.

Ter essa amizade mesmo depois de viver quase trinta anos aqui ,valeu por todos esses anos de espera em Pernambuco, foi uma grande e maravilhosa surpresa deste ano de numeração tão cabalística, foi como ter acertado num grande prêmio de loteria.

Recentemente, numa dessas conversas com ele, ouvi um depoimento que me fez entender uma parte da essência desse homem tão singular:

— Dias, eu quando me apaixono tenho febre, fico doente de amor…

Ainda há muitas estórias e histórias de Liedo que pretendo colocar aqui, vocês, meus dois ou três leitores não perderão por esperar.

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